Professores e alunos do curso de Jornalismo de Congresso Nacional de Comunicação

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Professores e alunos do curso de Jornalismo do UniBrasil marcaram presença na 40ª edição do Congresso Nacional de Comunicação (Intercom), que ocorreu em Curitiba entre os dias 4 e 9 de setembro de 2017. O evento reuniu cerca de 3,5 mil pessoas – entre estudantes de graduação, mestrado, doutorado e profissionais de comunicação – no Campus Ecoville da Universidade Positivo (UP), no bairro Campo Comprido.

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Montalvão Alves realiza oficina sobre YouTube e fala de sua carreira durante XIV Ciclo de Debates

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O youtuber Montalvão realizou uma oficina sobre a plataforma do Youtube e sua trajetória profissional, na noite da última quarta, dia 27. O workshop aconteceu no campus do UniBrasil, durante o XIV Ciclo de Debates, e contou com cerca de 20 pessoas. O formato do evento foi o de uma sessão de perguntas e respostas interativas.

No debate foram tratadas temáticas como conflitos entre youtubers, rotinas de produção de conteúdo, criatividade, como se portar enquanto figura pública, envolvimento entre vida pública e privada, relacionamento com inscritos, participação dos pais na vida digital dos filhos, entre tantas outras. O palestrante decidiu realizar a atividade dessa forma pelo caráter dinâmico.

A aluna Cinthia Takei, do 8º período de Jornalismo e uma das organizadoras do evento disse que não esperava que o youtuber aceitasse estar no Ciclo de Debates. “Mas quando nos vimos pessoalmente e começamos a conversar, ele foi extremamente legal. E disse que gosta muito desses eventos que as faculdades organizam”, afirma.

O youtuber ainda disse ter iniciado o canal para divulgar sua loja de games, a Nexus, que ficava em Goiânia. porém, mesmo fechando a loja, continuou com os vídeos. “Hoje eu poderia viver só do YouTube”, diz ele. Apesar de ser formado em Administração de empresas e realizar algumas atividades de marketing em meios digitais.

Segundo Cinthia, o ponto mais atrativo da oficina foi quando Montalvão falou sobre a tratativa que tem com os inscritos no canal. Seu público alvo é, basicamente, de crianças e adolescentes, o que o faz se policiar até com palavrões nos vídeos. Ele declarou: “Pra mim eles não são números, são pessoas”.

O canal “Montalvaao” trata, principalmente, de games e existe desde novembro de 2011. Já possui mais de 1,9 milhão de inscritos e cerca de 337.423.100 visualizações, o que faz do canal um dos mais visitados do gênero no Brasil.

Para acessar o canal Montalvaao, clique aqui.

Por Juan Lamonatto / Aluno de Redação Jornalística II. 

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Oficina discute o trabalho de jornalistas sob pressão

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Os jornalistas Daiane Andrade e Felipe Macedo realizaram um bate-papo com acadêmicos do UniBrasil sobre a rotina de produção sob pressão dentro dos veículos de  comunicação. O evento ocorreu no último dia do XIV Ciclo de Debates, no dia 27.

Daiane, egressa do UniBrasil e apresentadora da Band News Curitiba, compartilhou algumas de suas experiências no ramo e apresentou um panorama real da profissão. Para aproximar os alunos um pouco mais de seu trabalho, ela mostrou um trecho de uma matéria realizada no Haiti, em que diz que foi sua cobertura mais intensa e que não tem perspectiva de nada mais impactante que isso. A jornalista ainda deu dicas para quem se interessa pelo tipo de trabalho desempenhado por ela: “Não se assustar. Pensar que alguém tem que contar a história e esse alguém é você. Administrar o emocional para que ele não destrua o profissional”.

Felipe, formado pela Tuiuti, também apresentou uma realidade dura da profissão. Com muito humor, contou sobre suas experiências no jornalismo e no entretenimento. Os desafios de cobertura policial foram os principais assuntos comentados pelo jornalista. Trouxe trabalhos televisivos para os alunos e deu dicas fundamentais para aqueles que estão entrando no mercado de trabalho.

Os dois jornalistas concordaram com a dificuldade de separar o emocional do profissional mas afirmam que sentem muito prazer pelo que fazem, independente da dificuldade enfrentada. Segundo Felipe, o jornalista deve se conhecer e acreditar em si e no seu trabalho para superar as dificuldades do mercado. Daiane afirma que é muito difícil para ela separar o emocional do profissional mas que isso é fundamental para a profissão, já que torna o jornalista mais humano.  

Ao final da palestra, eles deram dicas para os futuros jornalistas. Para Daiane: “o jornalista deve ser honesto e muitas vezes terá que investir na profissão”. Já Felipe ressalta o valor do estágio para alcançar objetivos na profissão. “Meter a cara e se matar de trabalhar, a pressão existe, mas o papel do estagiário é muito importante para o veículo e para o aprendizado do aluno”.

Por Maria Coelho / Aluna de Redação Jornalística II. 

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Oficina ensina estudantes a se comportar diante das câmeras

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A última noite do XIV Ciclo de Debates contou com a presença do jornalista Emanuel Pierin, que ministrou uma oficina aos alunos de Jornalismo do UniBrasil sobre como se portar diante às câmeras. O workshop durou por volta de uma hora e meia e teve em seu cronograma um bate-papo sobre carreira e um tutorial sobre apresentação de um repórter.

Emanuel Pierin, âncora da Rádio Band News e repórter do programa Balanço Geral, discutiu sobre a importância da postura para jornalistas. De acordo com o profissional, um telejornal não é fechado, mas espontâneo.

Durante o workshop, Emanuel mostrou vídeos aos alunos, em que destacou a espontaneidade como característica para se apresentar na televisão. Segundo Pierin, quanto mais espontânea a forma de passar a notícia, mais ela será absorvida com clareza pelo telespectador.

Com suas próprias pautas, Emanuel propôs um exercício de apresentação e link, em que os acadêmicos se juntaram em duplas para que pudessem esclarecer as informações mais importantes e decidirem quem seria o apresentador e o repórter de link do suposto programa. Depois de um certo tempo hierarquizando as informações, os alunos apresentaram as reportagens selecionadas.

Por Gabriela Carsten Galliano e Letícia Pereira dos Santos

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Especialistas debatem sobre as fronteiras da assessoria de imprensa

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Da esquerda para a direita: Emelin Lesczynsk (Polícia Civil), Gabriela Titon (Ninna Conteúdo), Raphaella Vieira (aluna do UniBrasil) e Maria Sandra Gonçalves (OAB).

A última mesa de debates do XIV Ciclo de Debates discutiu o tema “Fronteiras da assessoria de imprensa” com especialistas que atuam na área. O evento contou com a presença de profissionais como Maria Sandra Gonçalves, assessora da OAB Paraná; Gabriela Titon, proprietária da Ninna Conteúdo; e Emelin Lesczynsk, assessora na Polícia Civil do Estado do Paraná.

De acordo com Maria Sandra Gonçalves, que atua há 25 anos na área, o maior desafio dos assessores de imprensa é manter a motivação. “A comunicação está sempre em transformação e nós, assessores, precisamos nos preparar cada vez mais para essas mudanças. A tarefa do jornalista é contribuir com a sociedade transmitindo informação. O jornalismo tem futuro, por isso precisamos enriquecer nosso conhecimento”, disse.

Para Gabriela Titon, para se sair bem no trabalho da assessoria de imprensa o jornalista deve se manter equilibrado e acreditar no próprio potencial para superar as dificuldades. “Eu não tive aula de assessoria, mas as maiores oportunidades que encontrei foi nessa área, porque tem um nicho muito grande. O jornalista precisa ter uma boa relação com todos. Nós temos uma responsabilidade com o discurso do assessorado. Por isso, é preciso checar a informação para que nenhum erro seja publicado”, explicou.

Durante a mesa, Emelin Leszcynsk afirmou que a assessoria é uma área que há muitas oportunidades para trabalhar. “O jornalismo não está apenas na TV, rádio ou no jornal impresso, mas no mundo todo. O estágio é muito importante para conseguir o contato com a profissão. A assessoria é minha vida, eu amo o que eu faço e tenho muitas responsabilidades. Na assessoria de imprensa privada, nós mesmos temos que correr atrás das coisas e vender notícias. Na pública, a notícia se vende sozinha. Nós, como assessores, temos a obrigação de corrigir uma notícia. As dificuldades vão aparecer, mas podem ser superadas, basta ter humildade e simplicidade”, disse.

Por William Gonçalves e Beatriz Jarzinski / Alunos de Redação Jornalística II. 

 

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Estudantes do segundo período conhecem estrutura da RIC TV

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Durante a programação do 14° Ciclo de Debates, a semana acadêmica do curso de Jornalismo, estudantes do segundo período visitaram a sede do Grupo RIC em Curitiba. A atividade ocorreu na manhã do dia 27, com objetivo de mostrar aos alunos o ambiente de trabalho de um jornalista e o seu cotidiano.

A visita foi guiada por Jéssica Schütz, representante do marketing no Grupo RIC, e por Pietro De Lazzari, estudante da UniBrasil e funcionário. Os alunos puderam conhecer toda a estrutura, redação e estúdios da RICTV, Portal RicMais, Rádio JovemPan e Revista TopView. Além de presenciar um pouco mais do dia a dia do veículo, os estudantes receberam dicas de quem já atua na área, como a jornalista Gislene Bastos, que explicou mais sobre os estúdios e o trabalho da redação.

Na Rádio JovenPan, os alunos puderam acompanhar o funcionamento da programação ao vivo durante a primeira edição do programa “As 10 Melhores”, apresentado por Fernando Eufrásio Junior, o “Fernandinho”. O profissional também deu dicas sobre a carreira na área do radialismo, compartilhou sua historia e mostrou o estúdio que ainda será inaugurado. Para ele, a visita dos alunos foi importante não só para acompanharem a reforma estrutural da rádio, mas também a de formato, já que o jornalismo está passando por uma fase de mudança para acompanhar o seu público.

A jornalista Gislene Bastos aconselha os estudantes a se especializarem, pois não há mais espaço para jornalistas generalistas. Ela diz ainda que, no começo da profissão, não se deve ter medo de encarar novos desafios, a pro-atividade e flexibilidade acarretam em novas oportunidades que agregam e mudam a visão do profissional. Como representante da RICTV, ela comenta que o veículo usa uma linguagem que cria mais proximidade com o público, mas sem perder a credibilidade.

Para o aluno Juan Lamonatto, a visita foi bastante útil. “Achei bem interessante o funcionamento do estúdio e da JovemPan. Fomos muito bem recebidos e ganhamos brindes. A experiência foi proveitosa”. Para Pietro De Lazzari, jornalista da RicMais e estudante do oitavo período de Jornalismo, as visitas são importantes para que os estudantes conheçam o funcionamento do mercado.

Por Carolini Dea e Amanda Batista.

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Benett discute produção de charges com alunos de Jornalismo

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O chargista Alberto Benetti foi uma das atrações da 14ª edição do Ciclo de Debates. Em um bate-papo com os alunos no dia 26, o chargista falou sobre o seu trabalho e assunto como: o uso do humor gráfico como instrumento de notícias e memes.

A atividade ocorreu na sala 23 do bloco 2 do UniBrasil Centro Universitário. Em uma conversa com alunos do curso de jornalismo, Benett comentou sobre seu estilo de desenho, suas principais influências e algumas histórias de sua carreira.

O principal assunto discutido no encontro foi o uso dos memes como ferramentas de opinião assim como são as charges. Para Benett, existem muitas diferenças entre os dois formatos. “O meme não tem autoria, então qualquer um pode fazer, e tem que ser de imediato para não perder a piada. Já a charge, todo chargista tem o seu estilo de traços, humor e pensamento. A tendência é a charge virar meme ou acabar”.

A conversa seguiu abordando o uso do humor gráfico como instrumento de notícias e a importância da charge no meio social. Como os memes, o seu humor sarcástico pode nos trazer informações e nos divertir ao mesmo tempo. “Tudo que desenho é minha opinião, é à minha maneira de ver o mundo. Conto muito com a compreensão do público, mas o as pessoas podem entender como quiserem. No fim, para entender uma charge é preciso estar informado”.

Alberto Benett é nascido em Ponta Grossa e mora em Curitiba. Publica suas tiras, ilustrações e charges no Folha de São Paulo. Suas principais influências consistem em quadrinhos de Charles M. Schulz e Woody Allen.

Por Matheus Ribeiro / Aluno de Redação Jornalística II. 

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