UniBrasil promove oficina de Assessoria de Imprensa para estudantes de jornalismo

O segundo dia do XV Ciclo de Debates do curso de jornalismo do Centro Universitário proporcionou aos alunos uma oficina de Assessoria de Imprensa, ministrada pela jornalista Márcia Santos. Gerente em comunicação social, coach de comunicação e assessora de imprensa da Polícia Militar há 10 anos, a profissional conta com um currículo extenso. Possui mais de 20 mil matérias publicadas e foi uma das sete jornalistas paranaenses responsáveis pela comunicação social durante a Copa do Mundo no Brasil.

Durante a oficina, ela ressaltou a importância da assessoria para uma grande e boa visibilidade do assessorado. Segundo Márcia, a principal função do assessor é cuidar da imagem do cliente e ser uma ponte entre ele e os veículos de comunicação. Elaborando um bom release, com um lead que transmita de forma concisa e criativa a informação que se desejar passar.

Com cerca de 20 mil funcionários na Polícia Militar, construir um bom relacionamento com os jornalistas e ser uma fonte confiável para eles, também são pontos cruciais. Afinal, as bagagens e os traumas da Ditadura estabelecem uma barreira entre a relação da PM com a imprensa. “Credibilidade em assessoria é tudo”, explica.

Questionada a respeito da dinâmica de assessoria da Polícia Militar, ela disse que o trabalho é dividido em dois setores: “Assessoria de Imprensa PM” e “Sala de Imprensa”. A Assessoria PM é uma equipe com profissionais especializados, que cuidam da parte de operações, confrontos armados, acidentes ou prisões envolvendo policiais, entre outros. Já a Sala de Imprensa, são policiais orientados, que repassam informações como acidentes e números de mortos.

Márcia também explicou a necessidade de o assessorado contar, com o assessor no local dos acontecimentos. Citou como exemplo a Operação Centro Cívico que aconteceu no dia 29 de abril de 2015, onde esteve presente com uma estagiária. “O assessor tem que estar no local. Vivendo intensamente o momento junto com o assessorado. Se não viver intensamente, não tem graça”.

Por Rafaela Araújo / 2º JOAN

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