Memes, música e jogos marcam última noite do XV Ciclo de Debates de Jornalismo no UniBrasil

Uma aula aberta de memes encerrou a programação do XV Ciclo de Debates na última quarta-feira, dia 19 de setembro. O evento teve apresentações culturais e uma mesa de jogos. A primeira convidada da noite foi a pedagoga Íris Cavalcante, mais conhecida como Meg Melc, que discutiu sobre o tema “Memes e Políticas”, que levou a plateia a várias risadas.

Durante o evento, ela ressaltou a importância de usar o humor com cautela na hora de construir um meme. “A sociedade já está abalada. Antes de fazer uma brincadeira ou compartilhar algo na mídia, é preciso ter empatia”.

Para Meg, os usuários das redes sociais precisam cuidar com aquilo que compartilham. “Muitas pessoas se dizem neutras na política, por compartilhar ou deixar de compartilhar algo, mas na política, ninguém é neutro. Hoje você pode não votar, mas lá na frente é que o resultado aparece”. A convidada ainda comentou que é possível fazer memes sem atingir a moral do próximo.

O segundo convidado, o professor do curso Método Supera  José Nicolelis, fez a plateia pôr o cérebro para funcionar com diversas atividades e jogos de raciocínio. Em tom de brincadeira, fez várias perguntas ao público, que correspondeu com muito entusiasmo e curiosidade. Para ele, as pessoas precisam trabalhar o raciocínio e a atenção. “Pessoas de várias idades nos procuram. As pessoas mais velhas geralmente são para um caso específico, como tratamento de Alzheimer.” Depois das palestras, a noite ficou por conta das atrações musicais Lipe Oliveira, Angélica Pimenta  e a banda UltrasomCWB.

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XV Ciclo de Debates leva os alunos do UniBrasil à Justiça Federal do Paraná

Organizado pelos alunos do oitavo período do curso de jornalismo do UniBrasil Centro Universitário, o XV Ciclo de Debates contou com uma visita técnica à Justiça Federal do Paraná, localizado no bairro Ahú, em Curitiba, na manhã da última terça-feira, dia 18 de setembro. A atividade foi acompanhada por Afonso César, diretor do núcleo de documentação do local. O funcionário apresentou setores como o de segurança e transporte, o núcleo de apoio jurídico, a sala da memória e a área que soluciona conflitos, entre outros.

Durante a visita, o guia fez um breve resumo de como funciona Justiça Federal e principalmente o que é o poder judiciário. Depois, os alunos foram saudados por Valéria Cabello, que administra  o setor de comunicação social e deixou claro a importância desse encontro com estudantes. “É uma oportunidade única”, ressaltou.

Durante a conversa com os estudantes, Valéria explicou como funcionava as principais atividades exercidas em sua área, como organização de eventos e atendimento aos jornalistas. “Nosso trabalho mudou bastante depois que começamos a trabalhar com a Operação Lava-Jato”, explicou. A estudante do UniBrasil Michelle Machado, estagiária de jornalismo na Justiça Federal, também participou do bate-papo, explicando sobre sua função. A visita teve fim na sala de memória, que tem como principal ação a preservação da história institucional.

Por Ingrid do Rocio Vicente, 2º JOAN

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Jornalistas Esportivos discutem desafios enfrentados na cobertura da Copa do Mundo da Rússia com alunos do UniBrasil

Na manhã de quarta-feira, dia 19, os jornalistas André Pugliesi, colunista de Esportes da Gazeta do Povo, e Heuler Andrey, proprietário da Agência de Fotografia Dia Esportivo, foram os convidados da mesa que debateu os desafios da cobertura da Copa do Mundo de 2018. Quem conduziu a conversa foi o estudante do 8º período de jornalismo, Tom Schiebel. A mesa-redonda fez parte das atividades do XV Ciclo de Debates, no tema proposto pela programação diurna intitulado: “grandes coberturas do jornalismo brasileiro em 2018”.

O primeiro tema levantado pelos profissionais foi o impacto do fechamento do jornal impresso dentro de alguns veículos importantes, como é o caso da Gazeta do Povo. Os desafios apresentados dentro de uma cobertura a partir desse fato novo, já que não existe mais a necessidade do fechamento de páginas dos jornais, mas Pugliesi explica que teve que aprender a lidar com outros espaços ainda maiores, como é o caso da internet e suas mídias digitais.

Além do mais, o repórter ressalta a importância de aprender a trabalhar com o audiovisual nos tempos atuais, já que plataformas como o Instagram, o Facebook e o Youtube exigem isso. Para Andrey os impactos são iguais – se não piores, conforme colocado pelo fotojornalista –, já que a partir do fechamento de um jornal impresso, a comercialização do seu trabalho também tem uma porta fechada.

Outra discussão apontada pelos próprios jornalistas foram as credenciais dos jogos, a dificuldade para conseguir e o privilégio de fazer parte de um evento esportivo tão disputado, como é o caso de uma Copa do Mundo. Os dois convidados concordaram que a probabilidade de se conseguir uma credencial como essa se torna mais viável quando você trabalha em um veículo maior, por ter mais credibilidade com a CBF e com a Fifa.

“Eles têm muito essa questão de compromisso. Se você pediu, você vai ter que ir. Você dá um jeito de estar lá presente e fazer aquela cobertura, porque tinham milhares de outras pessoas que queriam estar naquele local”, explicou Andrey, ressaltando a importância do evento e possíveis barreiras que podem vir a acontecer caso você não cumpra com o combinado. O jornalista ainda reforçou ao dizer que apenas 20 credenciais para fotógrafos foram disponibilizadas para todo o cenário nacional, sendo apenas duas para Curitiba.  

Outra preocupação dos convidados foi retratar o jornalismo esportivo tal como ele é, com as dificuldades e correrias da rotina do esporte. Lembrando das poucas horas de sono, da necessidade de lidar com várias plataformas em tempo real e da produção de conteúdo imediato. A necessidade de um planejamento, mas com a consciência de que nem tudo vai sair como o esperado, você pode – e vai – deixar algum lance passar. “É um processo de preparação, mas também de alguma eventual decepção”, observou Pugliesi.

Por Vittoria Cattarina / 2º JOAN

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Alunos do UniBrasil organizam oficina de produção de Gif

Alunos do curso de jornalismo do UniBrasil Centro Universitário organizaram nessa quarta-feira, dia 19, a oficina de produção de gif, às 10 horas, no bloco 2. O palestrante Rafael Fontelli Felvo, de 25 anos, é formado em Publicidade e Propaganda, funcionário na agência publicitária EVO, localizado no Boqueirão.

Durante o evento, ele trouxe para seu público desafios de montagem de Gifs. “O papel do gif é dar uma entrosada e animada nas pessoas”, explicou. Rafael comentou também sobre como podem ser feitos os gifs e indicou sites para facilitar a montagem, como o GIFup, Create a gif, LooGix e WeGif.

A palestra foi voltada para o tema “como eu me sinto, quando acordo cedo”, podendo ser construída com imagens, vídeos e legendas. Ele ressalta também a importância que pode ter o gif dentro das empresas, por ser um consumo rápido e fácil seguindo uma linha de pensamentos envolvendo o produto relacionado. “Você pode usar esse gif, não só necessariamente o personagem, mas também pode ser voltado a sua empresa, pois há várias maneiras de criar e com uma identidade”, comentou.

Gabriela Tissi – 2º JOAN

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UniBrasil promove oficina de Assessoria de Imprensa para estudantes de jornalismo

O segundo dia do XV Ciclo de Debates do curso de jornalismo do Centro Universitário proporcionou aos alunos uma oficina de Assessoria de Imprensa, ministrada pela jornalista Márcia Santos. Gerente em comunicação social, coach de comunicação e assessora de imprensa da Polícia Militar há 10 anos, a profissional conta com um currículo extenso. Possui mais de 20 mil matérias publicadas e foi uma das sete jornalistas paranaenses responsáveis pela comunicação social durante a Copa do Mundo no Brasil.

Durante a oficina, ela ressaltou a importância da assessoria para uma grande e boa visibilidade do assessorado. Segundo Márcia, a principal função do assessor é cuidar da imagem do cliente e ser uma ponte entre ele e os veículos de comunicação. Elaborando um bom release, com um lead que transmita de forma concisa e criativa a informação que se desejar passar.

Com cerca de 20 mil funcionários na Polícia Militar, construir um bom relacionamento com os jornalistas e ser uma fonte confiável para eles, também são pontos cruciais. Afinal, as bagagens e os traumas da Ditadura estabelecem uma barreira entre a relação da PM com a imprensa. “Credibilidade em assessoria é tudo”, explica.

Questionada a respeito da dinâmica de assessoria da Polícia Militar, ela disse que o trabalho é dividido em dois setores: “Assessoria de Imprensa PM” e “Sala de Imprensa”. A Assessoria PM é uma equipe com profissionais especializados, que cuidam da parte de operações, confrontos armados, acidentes ou prisões envolvendo policiais, entre outros. Já a Sala de Imprensa, são policiais orientados, que repassam informações como acidentes e números de mortos.

Márcia também explicou a necessidade de o assessorado contar, com o assessor no local dos acontecimentos. Citou como exemplo a Operação Centro Cívico que aconteceu no dia 29 de abril de 2015, onde esteve presente com uma estagiária. “O assessor tem que estar no local. Vivendo intensamente o momento junto com o assessorado. Se não viver intensamente, não tem graça”.

Por Rafaela Araújo / 2º JOAN

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Oficina no XV Ciclo de Debates mostra como são realizados os processos para edição de vídeo

O terceiro dia da programação do XV Ciclo de Debates, em 19 de setembro, contou com uma oficina de edição de vídeo ministrada pelo editor Marcos Pires, funcionário do estúdio de televisão do UniBrasil Centro Universitário. A aula teve duração de duas horas e discutiu detalhamentos técnicos, visuais e sonoros do processo de construção audiovisual.

Pires, com 14 anos de experiência, explicou o funcionamento do programa de software adotado pelos editores do Unibrasil e fez um passo a passo de corte de imagem e som. Também explicou a utilização do Ultra key (técnica que possibilita alterar o cenário do vídeo) e a escolha ideal para cada tamanho de arquivo.

Além disso, o editor destacou a importância da verificação do script do apresentador: “É necessário olhar, em primeiro lugar, para o roteiro, pois qualquer coisa que falte no vídeo, o material ficará parado.”

Ao fim da oficina, o aluno Maurício Paiva, do segundo período, elogiou a experiência. “Achei sensacional, de verdade. Sempre quis aprender a editar vídeo e é algo que eu penso em fazer. Dentro do meio jornalístico é bom ter conhecimento dessa área.”

Matheus Horbux – 2º JOAN

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Alunos do curso de Jornalismo tem palestra sobre assessoria parlamentar durante XV Ciclo de Debates

Na noite de terça-feira, dia 18 de setembro, os alunos do curso de jornalismo do UniBrasil Centro Universitário receberam a assessora parlamentar Andressa Tavares em uma palestra para falar um pouco sobre a sua rotina e os desafios de quem trabalha com política legislativa. A palestra faz parte da 15ª edição do Ciclo de Debates, promovido pelos alunos do 8º período do curso.

Durante a palestra, a assessora do Deputado Estadual Nereu Moura contou que sua rotina é bem intensa e acaba fazendo de tudo um pouco. Segundo ela, é preciso ter um pouco de conhecimento em diversas áreas do jornalismo e aprender a se adaptar aos desafios que aparecem no caminho.

Andressa já trabalhou na Rádio CBN como repórter e diz que sentiu um pouco de dificuldade para mudar o texto jornalístico que estava acostumada a escrever para as matérias mais “publicitárias”. Questionada pelos alunos sobre o que sente mais falta da rotina como repórter, a jornalista diz que é de lidar com as notícias factuais. “Eu sinto falta de cobrir pautas que mudam ou ajudam em alguma situação, como por exemplo quando recebíamos denúncias de postos de saúde em que o atendimento estava um caos, quando viam que a rádio estava lá para averiguar a situação, no outro dia a situação já se resolvia e o atendimento normalizava.”

A assessora disse também que ter trabalhado do outro lado, como repórter, ajudou-a a entender a urgência dos veículos de comunicação em querer uma posição. Ao final da palestra Andressa deu dicas para os alunos que queiram seguir carreira na área de assessoria parlamentar. “Sempre se mantenham informados sobre tudo, procurem trazer dados para os texto para que ele fique o mais jornalístico possível e, claro, procurem entender a urgência dos veículos de comunicação, estando sempre disponível para responder as perguntas que enviam.”

 

Sâmela Proença – 2º JOAN

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